Experimento

Destinado ao Ensino Médio · Ciclo I (1º ao 5º ano)
Química · Transformações da matéria
Vídeo
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Pergunta / Problema:
Como o açúcar se transforma em algodão doce?

Objetivo:
Demonstrar que toda transformação física é um processo em que a natureza das substâncias não se altera.


Palavras-chave:
transformação física, transformação, algodão doce

 
Materiais:
1 pregador de madeira

1 vela

1 caixa de fósforos ou isqueiro

1 forma de empada

1 Algodão doce

Água aquecida

1 copo plástico rígido pequeno transparente
 
Como fazer:
1º ) Com ajuda de um adulto, aqueça um pouco de água.


2º) Despeje água na forma de empada até a metade.


3º) Pegue um chumaço do algodão doce e coloque na forma de empada, espere derreter e coloque outro chumaço. Repita a operação até que tenha acabado o algodão.


4º) Prenda o pregador de roupas na forma, de modo que ele fique como se fosse um cabo de panela.


5º) Acenda a vela com o fósforo ou isqueiro.


6º) Pegue a forminha pelo pregador e coloque sobre a chama.


7º) Mantenha a forma sobre a vela até que vire uma calda.


8º) Verifique se a calda está no ponto de caramelo com a ajudo do palito do algodão doce. Mergulhe-o na mistura e retire lentamente para verificar a viscosidade.


10º) Agora aguarde até que a calda endureça e coloque lado a lado com o açúcar branco no copinho de plástico e compare.
 
O que aconteceu:
O que aconteceu com o os cristais de açúcar foi uma transformação física, ou seja, o açúcar (sacarose) continuou a mesma substância ao longo de todo o processo, o que mudou foi a forma que ele se apresentou fisicamente em cada situação.

Na máquina de algodão doce, o açúcar é aquecido e derrete-se. Devido ao movimento da máquina, esse açúcar derretido é arremessado do centro em direção as bordas e resfria-se rapidamente, formando-se os fios, mas continua sendo açúcar (sacarose). Ao colocar o algodão doce na água, esses fios são dissolvidos, se transformando em uma mistura de água e açúcar. Ao aquecer essa mistura, a água evapora restando o açúcar na forma de uma calda que, após ser resfriada e moída, tem a mesma aparência do açúcar utilizado inicialmente.
 
 
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